terça-feira, 17 de outubro de 2017

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA AS ELEIÇÕES DA COORDENADORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO FISCAL DA ASPROLF – QUADRIÊNIO 2017/2021


A ASPROLF – Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal do Ensino Infantil e Fundamental do Município de Lauro de Freitas, com endereço na Avenida Brigadeiro Mário Epinghaus, nº 329, loja 44, Centro Comercial Top Center, Centro, Lauro de Freitas – BA, CEP: 42700-000 convoca todos os membros da categoria dos Trabalhadores em Educação da Rede Municipal do Ensino Infantil e Fundamental do Município de Lauro de Freitas – Bahia, filiados, para Eleições da Coordenadoria Executiva e do Conselho Fiscal, com votação direta e secreta dos sócios eleitorais, no dia 08 de novembro de 2017, das 08h às 20h, com urna(s) fixa(s), em local(ais) indicado(os) pela Comissão Eleitoral. A inscrição de Chapa deverá ser feita nos dias 19 e 20 de outubro de 2017, junto à Comissão Eleitoral, das 08h às 12h e das 13h às 17h, na sede do ASPROLF, onde estará fixado o Regimento Eleitoral.


 Lauro de Freitas, 13 de outubro de 2017.



Valdir dos Santos Silva

Coordenador Geral

sábado, 14 de outubro de 2017

Ativistas de diversos países abrem segundo dia de congresso com solidariedade internacionalista



A delegação internacional que participa do Congresso, formada por 130 ativistas de 18 países, foi apresentada ao plenário nesta manhã (13).
No palco, bandeiras, faixas de sindicatos e cartazes de protesto expressavam a diversidade nas lutas e na resistência ao redor do mundo.
A abertura foi conduzida com a mediação de Flavia Bischain, professora da rede estadual, Magda Furtado, servidora pública e da Secretaria Executiva da Central, e o membro do Setorial Internacional da Central, Herbert Claros.
Herbert, um dos dirigentes que conduziu a mesa, iniciou a apresentação dizendo que “o internacionalismo é o único caminho para a emancipação da classe trabalhadora”.
Representantes de três das cerca de 60 entidades presentes tiveram um momento para compartilhar experiências das mobilizações locais e falar da necessidade de fortalecer a unidade e as ações internacionais.
Parte da delegação da África, Ndaitavela Ndahafa Hamupembe, vice-presidente da Central Sindical da Namíbia (TUCNA, em inglês), destacou que as investidas do governo e dos patrões contra os trabalhadores na Namíbia são semelhantes às que seguem em curso em diversos outros países.



“Enfrentamos ataques na Previdência e nos serviços públicos. Vivemos em um país rico, mas a riqueza não é destinada às necessidades do povo. A África é responsável pela construção de países da Europa, mas é lugar de marginalizados e empobrecidos”. A dirigente terminou sua intervenção fazendo um chamado ao plenário para que os trabalhadores não esperem nada dos governos ou dos patrões. “Somos os únicos capazes de garantir o nosso próprio destino e desenvolvimento”.



A luta dos trabalhadores da Alitália, empresa de linha aérea italiana, foi destaque com o representante da Cub-Transporti, Daniele Cofani. O trabalhador, que também constrói a Frente de Luta contra a Austeridade, explicou o processo de precarização e privatização do setor e resgatou um histórico das mobilizações da categoria. O relato de resistência empolgou o plenário. “Houve um referendo em que os trabalhadores disseram ‘não’ à proposta da empresa e às demissões. A situação na Alitália é um exemplo do que faz o capitalismo. São cerca de 10 mil trabalhadores demitidos. É a maior demissão em massa que já aconteceu na Itália”, ressaltou, agradecendo ainda o apoio da CSP-Conlutas aos trabalhadores, que estão organizando uma coordenação com entidades que defendem lutas em comum.



Em nome do Sitrasep (Sindicato de Trabalhadores do Setor Privado), Jouseth Chaves Rodríguez, secretário de conflitos da entidade, trouxe um relato importante sobre a criminalização e perseguição ao movimento sindical e popular. O dirigente iniciou sua intervenção trazendo a questão “¿dónde está Santiago Maldonado?”, em referência à campanha pelo ativista argentino Santiago Maldonado, desaparecido há dois meses após truculenta abordagem da polícia durante repressão a uma comunidade mapuche.



“O que aconteceu com Santiago Maldonado acontece com todos os trabalhadores, na América e no Mundo. Um exemplo disso é o caso de Berta Cáceres, assassinada em Honduras”, relembrou.

“Os trabalhadores das empresas privadas na Costa Rica vivem sob uma verdadeira ditadura. O governo e os empresários impedem a organização sindical, há listas de trabalhadores que se organizam no sindicato e que são rejeitados pelas empresas quando tentam se candidatar a um cargo de trabalho”, denunciou.

Jouseth ainda destacou a situação de migrantes em seu país e o quanto as empresas faturam com este contexto de exploração, colocando trabalhadores de outros países, sobretudo nicaraguenses, em situação análogas à escravidão. “Somos um país pequeno, com 4 milhões e meio de habitantes. Destes, 500 mil são da Nicarágua. Estes trabalhadores não têm os direitos trabalhistas mais básicos”, afirmou.



Outro ponto destacado pelo dirigente é a perseguição aos que se envolvem na luta sindical. Segundo ele, as ameaças são constantes. Ele e mais um camarada de luta ouviram que receberiam um tiro na cabeça no primeiro momento em que fossem vistos sozinhos. “O problema é que um sindicalista precisa da cabeça para trabalhar”, disse ele em tom jocoso.

O dirigente finalizou sua fala fazendo reverência à “juventude de trotskistas” de seu país e considera natural que a patronal haja com ameaças, “pois depois de um ano, os empresários foram obrigados a pagar mais de um milhão de dólares por direitos trabalhistas”, graças ao trabalho combativo do sindicato.

Em agosto, a CSP-Conlutas esteve pessoalmente na Costa Rica para acompanhar a mobilização do Sitrasep e o lançamento de uma Campanha Nacional pela Liberdade Sindical. Jouseth colocou em sua intervenção a necessidade de elevar esta mobilização para um nível internacional.

Ao final das falas, foi apresentada uma homenagem ao saudoso camarada Dirceu Travesso, o Didi. Com fala resgatada em registro do Encontro Internacional de 2012, o fundador da Central e responsável por impulsionar o internacionalismo e a Rede Sindical Internacional de Solidariedade e Lutas emocionou o plenário.



A delegação espanhola não pode estar presente, por estarem engajados na luta pela independência da Catalunha. Uma faixa em solidariedade ao povo catalão foi estendida em frente ao palco ao fim da apresentação.


Grande parte da delegação internacional de ativistas presente no Congresso estará no I Encontro da Classe Trabalhadora das Américas, que será realizado nos dias 16 e 17 de outubro em São Paulo.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Acompanhe a transmissão ao vivo do 3º Congresso da CSP-Conlutas




“Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis.” Bertolt Brecht





Mais de 2.000 delegados e delegadas do 3° Congresso da CSP-Conlutas participarão durante quatro dias, a partir desta quinta-feira (12), de vários debates que terão como temas as conjunturas política e econômica no Brasil e no mundo, o balanço da atuação da Central, propostas de contribuições globais indicando os rumos para a CSP-Conlutas, painéis sobre os 100 anos de Revolução Russa, a luta contra as opressões e dos movimentos operários e popular, entre outros. Confira a programação abaixo:


PROGRAMAÇÃO DO 3° CONGRESSO DA CSP-CONLUTAS: 
11 anos fortalecendo a unidade operária e popular, classista e independente


Quarta-Feira – Dia 11 de outubro de 2017

17h – Início do credenciamento das delegações


Quinta-Feira – 12 de outubro de 2017

6h – Continuidade do Credenciamento

9h30 – Abertura cultural

10h – Ato Político de Abertura
Parte 1: Saudações dos convidados – CUT, FORÇA SINDICAL, CSB, CTB, CGTB, INTERSINDICAL (1 E 2), NCST, UGT, MTST, MST, COBAP , ANAMATRA, Jubileu Sul, Rede Sindical internacional, PSOL PCB e PSTU. (3 min cada)
Parte 2: Saudações da SEN (Secretaria Executiva Nacional): Sindicato dos Trab. da Construção Civil de Belém; ANDES-SN;  Luta Popular

12h – Votação do Regimento Interno

13h – Almoço

15h – Painel: Apresentação e defesa das propostas de contribuição globais ao 3° Congresso

17h – Grupos de Trabalho: Resoluções de Conjuntura Nacional, Internacional e Plano de ação

19h30 – Jantar


Sexta- Feira – Dia 13 de outubro de 2017

9h – Apresentação e saudação da Delegação Internacional

10h – Painel sobre 100 Anos da Revolução Russa
Exposição dos vídeos de saudação de Wendy Goldmann– 10 min, Esteban Volkov – 10 min. Painelistas: Martin Hernandez, Kevin Murphy, Wanderson Fábio de Melo e Valério Arcary

13h – Almoço

14h30 – Término do credenciamento e apresentação cultural

15h – Plenária deliberativa sobre Conjuntura Nacional, Internacional e Plano de Ação

17h – Reuniões dos Setoriais

19h30 – Jantar

21h  Atividade cultural oficial do Congresso


Sábado – Dia 14 de outubro de 2017

10h – Painel: 11 Anos da CSP-Conlutas e os desafios para o fortalecimento da Central na construção de uma alternativa classista, sindical e popular – (4 falas organizadas pela SEN) – 15 minutos cada

11h30 – Painel: Luta contra as opressões e juventude –  Delegados (as) do Quilombo Brasil, MML, ANEL, Juntos, LGBT – 10 minutos para cada

13h – Almoço

15h – Painel: Movimento Operário, Sindical, Movimento Popular e Luta por Territórios – Delegados (as) do Moquibom, Luta Popular, Nós da Sul, SOS-Emprego, Seringueiros, Assalariados Rurais, Operário, Funcionalismo público – 10 minutos para cada.

17h – Grupo de trabalho sobre reorganização e estatuto: “Os desafios para o fortalecimento da Central na construção de uma alternativa classista, sindical e popular para o movimento de massa no Brasil”, bem como sobre outras propostas de resolução apresentadas ao Congresso

19h30 – Jantar

21h – Atividade Cultural


Domingo – Dia 15 de outubro de 2017

9h – Assembleia Estatutária

10h – Direção

11h – Plenária deliberativa final e moções

13h – Sessão de encerramento

14h – Almoço e término do 3° Congresso



“Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis.” Bertolt Brecht


A abertura do 3º Congresso, nesta quinta-feira (12), resgatou o papel cumprido pela CSP-Conlutas no último período e discutiu sobre os caminhos para fortalecer a Central e avançar a luta dos trabalhadores. Membros da Secretaria da Executiva Nacional (SEN) expuseram suas perspectivas para os desafios a serem enfrentados no próximo período.



A exposição foi feita por Atnágoras Lopes (Sindicato da Construção Civil de Belém), Helena Silvestre (Movimento Luta Popular) e Amauri Fragoso (Andes-SN). Todos eles destacaram a necessidade de construção de uma nova Greve Geral no dia 10 de novembro e que as resoluções e discussões do 3º Congresso estendam-se para um plano de lutas que enfrente os ataques dos governos e em defesa dos direitos.
“Diante de um governo que goza de 3% de popularidade, cabe a nós transformar o ódio e a indignação em mais organização, em vias ocupadas, em comitês populares. Temos de nos orgulhar da peleja que fizemos em busca da unidade de ação por baixo com os comitês de luta e por cima enfrentando e pressionando a burocracia”, disse Atnágoras.
 O dirigente citou os trabalhadores que saíram às ruas nas grandes mobilizações de 2017 e que terão um papel decisivo na construção de uma nova Greve Geral. Mas ressaltou também que este papel é de toda classe trabalhadora. “Não tem como sepultar o inimigo sozinho. Agir enquanto classe é o critério que nos dá a possibilidade de enfrentar a força do inimigo”, afirmou.
“Um elemento muito importante para a construção deste Congresso é a franqueza do debate político, como um espaço democrático para receber todas as diferenças. Assim como fizemos nestes 11 anos, faremos neste Congresso. É o elemento da democracia operária que permitirá a construção de um caminho em comum. O melhor caminho a ser tomado é o das ruas. Não cabe nas urnas o sonho da liberdade para a nossa classe”

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

ASSEMBLEIA DEFINIU HOJE NOMES DA COMISSÃO QUE VAI ACOMPANHAR AS ELEIÇÕES DO ASPROLF


A plenária também definiu a data do XVII Congresso do ASPROLF, que será nos dias 29, 30/11 e 1º/12

O ASPROLF realizou na manhã de hoje (10) na AFPEB, uma assembleia geral extraordinária para tratar da Coordenadoria Executiva e Conselho Fiscal – Quadriênio 2017/2021, e a alteração da data das eleições.
Concorrida, a plenária debateu os critérios e a escolha dos nomes da Comissão que vai acompanhar o pleito eleitoral. Os nomes escolhidos pelos trabalhadores na ordem do resultado de votação foram os seguintes:

1.      Ladjane Alves Sousa - 44 votos;
2.      Elisabete Oliveira da Costa Conceição - 41 votos;
3.      Fátima Santana Santos - 38 votos;
4.      Cristiane Santos de Melo - 29 votos;
5.      Márcia Cristina da Luz Santana de Santana - 29 votos.

A categoria também deliberou sobre a data da eleição sindical que, excepcionalmente, será no dia 08 de novembro, alterando o protocolo antes seguido da escolha pela terceira quarta-feira do mês de novembro, que neste ano, a data será um dia de feriado (15/11), por isso se fez necessária a mudança abraçada pela categoria.
Estabelecida a data da eleição do Sindicato, a base também definiu o calendário para o XVII Congresso do ASPROLF que este ano será de 29 de novembro à 1º de dezembro.
Amanhã (11), o ASPROLF vai promover a partir das 16h na AFPEB uma festa de comemoração antecipada pelo Dia do Professor, que é celebrada em 15 de outubro.

Asprolf chegou à capital federal hoje pela manhã

A Associação dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas, através de seus representantes Valdir Silva, coordenador geral, e Raimundo Filho, vice-coordenador, partiu do aeroporto Luís Eduardo Magalhães, às 07h40, e aterrissou no aeroporto de Brasília, às 10h, nesta quarta-feira, 11, dia em que profissionais em educação de todo o Brasil paralisaram as aulas em defesa do Piso Salarial Profissional Nacional e do Plano Nacional da Educação (PNE).

Assim que chegaram, os representantes se dirigiram para a tenda da CNTE, montada em frente à Câmara de Deputados. Depois saíram em caminhada pelas repartições da Câmara para pressionar os deputados federais. Se concentraram na frente do Anexo IV da Câmara com o objetivo de chamar a atenção dos parlamentares a respeito dos dois temas em foco.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

No dia seguinte (quarta-feira, 11/10), às 16h também na AFPEB acontecerá a festa em comemoração ao Dia do Professor que este ano cai no domingo (15).















No dia seguinte (quarta-feira, 11/10), às 16h também na AFPEB acontecerá a festa em comemoração ao Dia do Professor que este ano cai no domingo (15).