terça-feira, 5 de maio de 2015

Assembleia Geral Extraordinária

ASPROLF – convoca os trabalhadores em educação para Assembleia Geral Extraordinária no dia 06/05/2015 quarta-feira as 09h.
 
 
LOCAL: Centro de Cultura em Portão.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

1º- DE MAIO DE 2015


 Jorge Garrido











 Trabalhadores(as) sempre tiveram que lutar
 Esse ano a luta da classe trabalhadora ganha nova dimensão
 Afinal está na ordem do dia derrubar o projeto nefasto
 De instalar legalmente os alicerces firmes da terceirização
  A educação pública sofrendo muitos ataques
 Destacando os de Goiânia e do Paraná
 A violência solta se espalhando, fascismo nas ruas
 Exige mais empenho na hora de lutar
  Nesse dia que é do trabalhador
 Que seja o dia de união
 Contra o capital explorador
  Que seja o dia de luta acirrada
 De luta pela justiça tão importante
 Viva a classe trabalhadora, pois sem ela não se tem nada

Hoje 1º de Maio.


Hoje 1º de Maio, às 10hs na Praça Municipal os setores de oposição de esquerda ao governo realizam um ato em comemoração ao Dia Internacional dos Trabalhadores.


A pauta central do ato é a luta contra o PL4330 das terceirizações, bem como a luta contra às MPs 664 E 665 e contra os ajustes fiscais que atacam os direitos dos trabalhadores.  

 A convocação do ato também inclui a luta contra a PEC215 que modifica os critérios para a demarcação das terras indígenas; Contra a Redução da Maioridade Penal e pelo Fim do Extermínio da Juventude Negra.

O ato não deixou o dia passar apenas como um dia de festa, e foi uma linda festa! ASPROLF esteve prestigiando o evento. Com isso foi uma grande vitória da esquerda, que se unificou para construir esse ato, que foi uma aula pública. Mostrando aos governos, patrões e ao congresso nacional que os trabalhadores e trabalhadoras, vão às ruas na defesa dos seus direitos e contra os ajustes fiscais, que tem deteriorado às condições de vida do conjunto da classe trabalhadora.

Neste 1° de Maio trabalhadores de todo país vão à luta contra a terceirização e em defesa de direitos rumo à greve geral


A classe trabalhadora tem muitos motivos para não considerar esse 1° de Maio como dia de festa e sim como dia de luta. Uma data tradicional de mobilizações em todo o mundo, mas que neste momento adquire um caráter específico no Brasil diante aos ataques que os trabalhadores vêm sofrendo. A regulamentação da terceirização que precariza o trabalho via o Projeto de Lei 4330 e as medidas provisórias decretadas pelo governo Dilma Rousseff que tiram o direito auxílio-doença e o seguro-desemprego, favorecendo claramente aos patrões, estão entre os principais motivos e não param por aí.
Categorias estão em greve contra o arrocho nos salários. São professores estaduais de diversos estados do país, como em São Paulo, Paraná, Pará e Pernambuco, que lutam contra a tentativa dos governos desses estados em não reconhecer a greve e não atender às reivindicações dos trabalhadores.

As condições de vida estão piorando com a alta da inflação, dos impostos, o endividamento e as demissões. A cada mês, o salário fica mais curto e milhares de pais e mães de família estão ameaçados de perder seus empregos.

As condições para uma vida plena e digna passa não só por salários e direitos trabalhistas, mas também por qualidade nos serviços públicos, como saúde, educação, transporte, moradia e terra para todos.

Os trabalhadores organizados pela CSP-Conlutas irão participar dos atos combativos e independente dos patrões e do governo pelo país. Em muitos lugares os ataques do governo provocaram a unidade de diversas entidades para denunciar a retirada de direitos, permitindo manifestações maiores.







TRABALHADOR

 Jorge Garrido

 1º- de maio, dia do trabalhador

 Dia de luta.

 Dia de trabalhar a dor

 Que provoca-nos a certeza de que somos explorados

 Dia da dor ser trabalhada

 Transformando-a em mais esperança, que é o sonho possível

 De um dia acabarmos com a exploração

 Vivermos em um mundo

 Sem patrão

 Mas com compromisso

 Um mundo igualitário

 Onde ninguém seja oprimido

 Pela fraqueza do próprio salário

 Um mundo onde o dia do trabalhador seja realmente comemorado

 Um mundo onde a dor de quem trabalha seja coisa do passado

 Um mundo por nós construído

 Um mundo sem opressor

 Um mundo sem oprimido

 Um mundo mais igual

 Um mundo mais justo

 Um mundo que seja tudo isso e que também seja real

Setores da esquerda farão ato Classista e Anticapitalista no 1º de Maio em Salvador |



 

No dia 1º de Maio, às 10hs na Praça Municipal (Praça Tomé de Souza - Salvador Ba) os setores de oposição de esquerda ao governo realizarão um ato em comemoração ao Dia Internacional dos Trabalhadores.

 A pauta central do ato é a luta contra o PL4330 das terceirizações, bem como a luta contra às MPs 664 E 665 e contra os ajustes fiscais que atacam os direitos dos trabalhadores.

A convocação do ato também inclui a luta contra a PEC215 que modifica os critérios para a demarcação das terras indígenas; Contra a Redução da Maioridade Penal e pelo Fim do Extermínio da Juventude Negra.

A direção da CSP-CONLUTAS na Bahia avalia que era muito importante que no 1º de Maio se reeditasse a unidade realizada nas mobilizações do dia 15/04, mas infelizmente não foi possível construir essa unidade com centrais como CUT e CTB, que vão fazer um primeiro que não aponta como tarefa central da classe trabalhadora nesse momento derrotar os ataques aos Direitos que o congresso nacional e o governo tentam implementar.

Nesse cenário, é obrigação da esquerda construir um ato que não deixe o dia passar apenas como um dia de festa. Por isso é uma grande vitória que a esquerda tenha se unificado para construir esse ato, mostrando aos governos, patrões e ao congresso nacional que os trabalhadores e trabalhadoras vão às ruas na defesa dos seus direitos e contra os ajustes fiscais que tem deteriorado às condições de vida do conjunto da classe trabalhadora.

Convidamos a todos os trabalhadores e trabalhadoras, ativistas do movimento sindical e social, a se juntar com a CSP-CONLUTAS e demais entidades e movimentos que assinam a convocatória do ato para realizarmos um grande 1º de Maio em Salvador.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Firmes e fortes trabalhadores unificaram a força na luta pela valorização do profissional

Paralisação Nacional em Defesa da Educação em Lauro de Freitas unificou a luta de entidades de classe do município para exigir do governo respeito e valorização dos profissionais


Atendendo ao chamado da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), e Centrais Sindicais, na Paralisação Nacional em Defesa da Educação Pública de Qualidade, a ASPROLF- Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Lauro de Freitas saiu às ruas durante a manhã de hoje (30) e convocou entidades sindicais do município de Lauro de Freitas para cobrar da gestão municipal o cumprimento da pauta reivindicatória das categorias.

Com trio elétrico e o grito de “eu tô firme e forte nessa batalha” as categorias ocuparam as o centro de Lauro de Freitas para cobrar do prefeito Márcio Paiva, melhores condições de trabalho e respeito ao profissional. O grito que estava preso na garganta ecoou e os servidores representados pela ASPROLF, ASSEPMULF (Associação dos Servidores Públicos do Município de Lauro de Freitas) representados também pelos servidores da fazenda, saúde, secretaria de planejamento, assistentes administrativos e engenheiros , ASGSULF (Associação dos Guardas Municipais de Lauro de Freitas), Sindicato dos Psicólogos, ABASA (Associação Baiana do Salvamento Aquático), Salva Vidas, entre outras categorias uniram força na luta de um direito comum.  O protesto teve como objetivo, esclarecer a população as reais condições dos serviços públicos do município que sofrem com o descaso do governo. Com faixas de protesto, contra cheques e muita revolta os trabalhadores bradaram ‘trabalhador na rua, prefeito a culpa é sua!’ A manifestação é sobretudo, uma forma de pressionar a gestão municipal a atender as necessidades dos servidores e do serviço público, que tem como ‘cliente’ a população como um todo.

Lembrando que amanhã é 1º de maio, Dia do Trabalhador, o mobilização de hoje também foi um ato comemorativo para o trabalhador, mas de repúdio ao governo. As representações sindicais do município que estão desde o início deste mês estão em negociação com a gestão municipal da pauta unificada, que entre outros pontos, pede reajuste linear para o serviço público e valorização dos profissionais, no que diz respeito à qualificação e treinamento, reclamam da falta do prefeito na mesa de negociação, já que ele não recebe os trabalhadores e coloca seu secretário de governo para negociar, mas não oferece nenhum avanço.

Na pauta da educação, a categoria que está em estado de greve desde o mês passado vem tentando negociar solução para a falta de professores em sala de aula (desde o início deste ano letivo), com o prefeito Márcio Paiva, que mantém o mau hábito de não comparecer às reuniões, enviando sempre o secretário de governo para substituí-lo e não oferecendo nenhuma saída para o caos instalado na rede. Vale salientar que esse déficit de docentes está causando uma evasão escolar, como pontuou uma diretora de escola. Que também passa por falta de equipamentos em sala de aula, como carteiras para os alunos, mobiliário para o professor, ventiladores em salas, etc, todos sem solução desde o início do ano.

Os trabalhadores em educação, que estão em Campanha Salarial, vem também tentando negociar com o governo, a atualização do Piso da categoria, e essa é outra dificuldade, já que o governo além de não querer pagar o Piso apontado pelo MEC de 13,01%, quer condicionar a atualização do valor, à suspensão da Redução da Carga Horária de Trabalho, um direito legítimo, conquistado com muita luta pelo sindicato e que além de tudo é uma extensão da Lei Federal. Pra conhecimento é bom salientar que a nomenclara de ‘reajuste’, sempre muito usada pelo governo, não faz jus ao trabalhado do educador que na verdade deve ter seu salário atualizado e ser devidamente valorizado como profissional, e isso gera uma consequência óbvia que é pensar na qualidade da educação.   

As representações sindicais afirmam que está mais do que na hora do governo entender que valorizar o profissional é valorizar o serviço público. O presidente da Guarda Municipal, Miguel Nonato, aproveitou para denunciar a precarização do trabalho dos servidores, que auxiliam à segurança pública do município. De acordo com Nonato, as viaturas estão sucateadas, os trabalhadores estão sem curso de capacitação e todos esses problemas já foram levados ao governo que num completo descaso, nada faz. Com os índices de violência cada vez maiores, não há como existir qualidade no combate à criminalidade sem investimento na segurança. Chico, presidente da ASSEPMULF, destacou a unificação da lutas das entidades sindicais é para esclarecer à população as reais condições do serviço público da cidade e precarização do trabalho, e chamou a atenção para o tratamento dado ao prefeito para o servidor antes e depois das eleições, “queremos respeito”, exigiu.

Na chega à praça da Matriz em frente à prefeitura, uma fina chuva caiu para refrescar os trabalhadores que novamente gritaram para o prefeito Márcio Paiva, que estão “firmes e fortes nessa batalha, a batalha dos trabalhadores do município de Lauro de Freitas, e não abrem mão de tratamento digno, investimento nas carreiras, políticas pública, e serviço público de qualidade. A luta continua!