segunda-feira, 21 de julho de 2014

Assembleia dia 23,na associação dos funcionários públicos AFPEB, com indicativo de greve.





Decisão da assembleia do dia 18 de julho de 2014.  

Dia 22 (terça-feira) paralisação com ato público em frente da procuradoria ás 9 horas.

Dia 23 (quarta-feira) às 14 horas, assembleia na associação dos funcionários públicos AFPEB, com indicativo de greve.


Dia 31 de julho, data da emancipação política do município, ato no desfile cívico.


ASPROLF
Sindicato dos Trabalhadores em Educação
Não abra mão dos seus direitos!

Ele sairá da eleição maior ou menor do que entrou?


As pesquisas não têm sido animadoras para o pernambucano Eduardo Campos; depois de registrar 8% no Datafolha, ele ficou com apenas 7,2% no levantamento Istoé/Sensus; ontem, numa caminhada em São Paulo, ele era praticamente anônimo e foi chamado até de "Aécio Campos"; um dia antes, sua prima Marília Arraes declarou voto na presidente Dilma Rousseff e até Pernambuco ele pode perder para o candidato Armando Monteiro, que lidera com mais de 40% das intenções de votos; um cenário muito ruim para quem poderia ser o candidato de uma aliança PT-PSB à sucessão da presidente Dilma Rousseff, em 2018

 

União pode ser obrigada a ajudar municípios a pagar o piso dos professores

Fonte: JORNAL do DIA



O Projeto de Lei 7656/14 obriga o governo federal a repassar dinheiro a estados e municípios que não consigam pagar o piso salarial nacional dos professores da educação básica, fixado hoje em R$ 1.697. A proposta, que altera a Lei 11.738/08, também determina que a União transfira os recursos em tempo hábil para permitir o cumprimento integral do piso, sem atrasar os salários.

Atualmente, o governo ajuda os estados e municípios a custear o piso, mas os repasses, que não são obrigatórios, limitam-se aos recursos do fundo destinado à manutenção da educação básica.

Para a autoria do projeto, ao obrigar a complementação em tempo hábil, o piso dos professores poderá ser cumprido. “Garantiremos, de fato e de direito, o piso salarial nacional, valorizando os profissionais do magistério e, consequentemente, a própria educação”, afirma. A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara Federal.

terça-feira, 15 de julho de 2014

A greve dos professores de Imperatriz, no Maranhão, completa hoje, 75 dias


A greve dos professores de Imperatriz, no Maranhão, completa hoje, 75 dias. Os funcionários estão com o salário cortado e não negociam com a prefeitura. Em assembleia realizada esta manhã o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino em Imperatriz (Steei) decidiu manter a greve.

De acordo com o professor Charles Oliveira e representante do Steei os professores prometem fazer um panelaço em frente a prefeitura na quarta feira, dia do aniversário da cidade. Segundo ele alguns servidores estão passando fome. "Alguns companheiros vêm ao sindicato reclamando que estão com fome, então nós estamos em campanha de doações para ajudar a todos", completou.

Segundo o sindicato, foi feita apenas uma reunião com a prefeitura, que se mostrou inflexível ante qualquer aumento. Os trabalhadores pedem reajuste salarial de 13%, tíquete-alimentação de R$ 230 e o plano de carreira, que está há mais de dez anos desatualizado.
Agência Brasil

Assembleia geral extraordinária


FOTO: Cleber Nazareno


A ASPROLF - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas convoca os profissionais da educação escolar para assembleia geral extraordinária, que acontecerá no dia 18 de julho (sexta-feira), às 09h, na Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia (AFPEB) para debater sobre os seguintes pontos de pauta:

 
1. Informes;

2. Processo administrativo;

3. Portal do servidor;

4. Redução da carga horaria;

5. Saúde do servidor

6. O que ocorrer.

  
 
 
ASPROLF
Sindicato dos Trabalhadores em Educação
Não abra mão dos seus direitos!
 

 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

RIO - Greve dos professores: sindicato libera ajuda de custo e marca reuniões



O Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) decidiu, nesta quinta-feira, liberar o pagamento emergencial da ajuda de custo de R$ 200 que havia sido prometida, na semana passada, aos professores que sofreram descontos nos salários por conta dos dias de greve na rede municipal do Rio.

— A nossa ideia era tentar aumentar a ajuda, antes de iniciar o pagamento. Mas temos muito profissionais passando por uma situação extremamente difícil. Então, resolvemos liberar esses R$ 200 logo e, depois, caso o sindicato levante mais dinheiro, dar uma ajuda maior — explicou a coordenadora Marta Moraes.

A previsão é que mais de 500 professores da rede municipal do Rio recebam a ajuda do Sepe, que deverá ser devolvida ao fundo de greve quando os profissionais receberem o valor que foi descontado pela prefeitura. Para retirar os R$ 200, basta o profissional comparecer, nesta sexta-feira, das 10h às 18h, à sede do sindicato, na Rua Evaristo da Veiga 55, 8º andar, no Centro do Rio. O pagamento continuará a ser feito ao longo da semana que vem, no local. É preciso levar o contracheque para comprovar o desconto.


A coordenação do Sepe também decidiu marcar duas plenárias para se reunir com os professores que estão com descontos nos salários e respondem a inquéritos administrativos nas duas redes. Amanhã, às 10h, haverá a plenária com os professores da rede estadual. O local ainda será decidido pelo Sepe. Os profissionais da rede municipal do Rio vão se reunir na próxima quarta-feira, às 18h

Empregadores possuem dificuldades para preencher postos de trabalho nas mais diversas áreas.‏

De acordo com especialista, resolução do problema passa por treinamentos específicos e cursos de especialização. Universidades e escolas técnicas precisam se reposicionar em relação à demanda do mercado de trabalho

São diversas e variadas as áreas em que existe escassez de talentos e dificuldades por parte dos empregadores para encontrar o profissional adequado. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), sete em cada dez empresas industriais brasileiras enfrentam problemas com a falta de trabalhadores qualificados. São técnicos, engenheiros, operadores de produção, profissionais de TI, mecânicos, entre muitos outros.

No campo técnico estão as maiores dificuldades, de automação a edificações, passando por eletrônica, alimentos e bebidas. Trabalhadores com habilidades específicas ou autônomos como costureiras, passadeiras, encanadores, pintores, eletricistas e pedreiros também não se encontram com facilidade. O mesmo pode-se dizer do setor de transportes de cargas, onde também é identificada carência de bons profissionais para a função de motorista.

“O Brasil segue uma tendência mundial. Em algumas áreas a falta de profissionais justifica-se pelo aumento da demanda nos últimos anos, já que a formação e o treinamento desses trabalhadores não acompanharam o ritmo de crescimento do setor”, revela o especialista em Recursos Humanos, Ricardo Karpat.

Karpat acredita que os investimentos do país em capacitação deixam a desejar. “Na medida em que se buscam profissionais aptos a desempenharem funções mais técnicas, comprova-se que o Brasil não se preparou para atender essa demanda. Em consequência, surge a falta a candidatos qualificados para ocupar cargos em larga escala dentro das empresas”, afirma.

Segundo o especialista, a resolução do problema passa por mais treinamentos específicos e cursos de atualização, especialmente os ligados a novas tecnologias. “Também é preciso atrair jovens sem experiência para essas áreas. As universidades precisam se reposicionar em relação à demanda do mercado de trabalho e também é necessário maior investimento em escolas técnicas”