sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Assembleia desta quarta-feira deliberou que trabalhadores não devem assumir o ônus criado pela prefeitura no Calendário escolar




A categoria também deliberou a construção de uma moção de apoio aos professores de Salvador e Camaçari e repúdio aos respectivos prefeitos
 
Notícia nos principais sites de Lauro de Freitas e Salvador, a assembleia geral extraordinária dos trabalhadores municipais da educação, que aconteceu na tarde desta quarta-feira (2), deliberou sobre as pendências da prefeitura com a rede.
O Coordenador Geral do sindicato, Valdir Silva, esclareceu os trabalhadores sobre a situação do calendário escolar, que foi construído e aprovado pela base no XVI Congresso do ASPROLF, publicado em Diário Oficial pela prefeitura, que após atrasar em dez dias o início do ano letivo de 2017, quer creditar aos trabalhadores essa irresponsabilidade, forçando-os, a trabalhar nos sábados para pagar uma conta que não convém. “Vamos dizer à prefeitura que as/os professoras/es de Lauro de Freitas não trabalham dia de sábado. Não vamos assumir o erro do Executivo,” avisou.
Outro ponto da pauta, foi a atualização das reuniões da Comissão de Análise de Processos, que Valdir, um dos integrantes dessa comissão, informou entre outras coisas, que foi solicitado à prefeita Moema Gramacho que os pagamentos retroativos sejam atendidos em regime de urgência no prazo de até 5 dias. E Licença Saúde é prioridade, não necessitando passar pela Comissão de Processos.
Como resultado dessa assembleia, foi deliberado uma moção de solidariedade aos professores de Salvador e Camaçari e de repúdio aos respectivos prefeitos (ACM Neto e Antonio Elinaldo Silva, ambos do DEM); além de um seminário sobre saúde ocupacional do trabalhador em educação.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

ELEIÇÃO DE GESTORES 2017


























Ontem 15h30min, reuniram-se os seguintes membros da Comissão de eleição de gestores.

ASPROLF - Cléber 

Representantes da base - Edson e Rafael


SEMED - Luciana e Thiago    

domingo, 30 de julho de 2017

Lauro de Freitas: Com ala de protesto Trabalhadores da educação reivindicaram melhorias na rede no desfile cívico de Emancipação da cidade


 
Trabalhadores em educação da rede municipal de Lauro de Freitas (Região Metropolitana de Salvador), saíram na manhã de hoje (29), com uma ala de protesto, no desfile cívico pelos 55 anos de Emancipação da cidade, que saiu do fim de linha até a praça da Matiz, onde fica a prefeitura.



Organizado pelo ASPROLF, sindicato da categoria, a manifestação caminhou pelo centro da cidade reivindicando que a prefeitura resolva os vários problemas que rede de ensino vem enfrentando desde o início do ano letivo. 

A lista de queixas que vem comprometendo o funcionamento normal nas escolas é extensa. Os profissionais reclamam de não ter infraestrutura adequada – como falta de carteiras para os alunos e mesa para o professor, ventiladores quebrados, falta de material básico, como papel ofício e itens de higiene para as creches, entre muitas outras coisas.



Com cartazes e um Nano Trio Coletivo Ação Fora Temer, os docentes cobram da prefeita Moema Gramacho, o cumprimento de acordos assinados por ela na Carta Compromisso para a classe trabalhadora, como a volta da eleição direta para diretor e vice de escola, pagamento dos retroativos, isonomia salarial e de reserva de carga horária aos professores e demais trabalhadores em educação independente de regime de contratação, celeridade nos processos administrativos, ente outros pontos.

Para o Coordenador Geral do ASPROLF, o cumprimento desses pontos mostraria que a prefeita Moema realmente tem compromisso com a educação pública de qualidade, que visa o aprendizado do aluno e também a valorização do profissional. Silva enfatizou ainda, que para o Projeto Cidade Educadora da prefeitura e SEMED acontecer, primeiro precisa “arrumar a casa”, isto é, atender as demandas das escolas que estão sem cadernetas, materiais básicos, problemas na infraestrutura etc. por conta dessas questões que se o município quisesse, já teria resolvido. “São problemas antigos que vem penalizando a educação de forma grave,” resumiu.  

Emancipação de Lauro de Freitas – 55 anos

Fundada com o nome de Santo Amara de Ipitanga, Lauro de Freitas foi emancipada de Salvador em 31 de julho de 1962, quando o vereador Paulo Moreira de Souza propôs substituir o nome da cidade, homenageando o político baiano Lauro Ferani Pereira de Freitas, candidato a governador da Bahia, morto em um acidente aéreo em Bom Jesus da Lapa, quando estava em campanha. Este ano, em acordo com o comércio local, a prefeita Moema Gramacho antecipou a comemoração da data. 

sexta-feira, 28 de julho de 2017

População se prepara para festa de emancipação que será dia 29 de julho






População se prepara para festa de emancipação que será dia 29 de julho, HOJE, sábado e o ASPROLF, vai se concentrar no posto Menor Preço no fim de linha de Lauro de Freitas, o desfile cívico começa em frente ao Colégio Bartolomeu Gusmão, você não pode faltar. 

Posto Menor Preço.- Fim de linha de Lauro de Freitas.

Fim de linha de Lauro de Freitas - centro
  

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Lauro de Freitas: Trabalhadores ocupam SEMED questionam projeto Cidade Educadora e cobram melhorias na rede

Mais cedo (às 9h, na AFPEB), cerca de 600 trabalhadores estiveram reunidos em assembleia geral extraordinária, onde debateram sobre os processos administrativos, calendário escolar, problemas nas escolas, a situação dos profissionais em regime REDA, cuidadores, agentes administrativos, auxiliares de classe, apoio, etc. (todos esses assuntos levados à secretaria de educação).






Os profissionais dos diversos segmentos da educação protestaram contra o caos instalado na rede desde o início do ano letivo. Eles reclamam de falta de material nas escolas, carteiras para os alunos e assédio moral contra os servidores dentro das unidades de ensino e até na SEMED



Cerca 200 trabalhadores Municipais da educação de Lauro de Freitas (região Metropolitana de Salvador) ocuparam no final da manhã de hoje (19), a SEMED – Secretaria Municipal da Educação –para apresentar ao secretário de educação, Paulo Gabriel Nacif, o ‘sucesso’ do Projeto Cidade Educadora da SEMED e Prefeitura nas escolas da rede.
Com inúmeros problemas de funcionamento desde o início do ano letivo, as unidades de ensino deixam a desejar no que diz respeito ao tema do projeto. Os profissionais dos vários segmentos da educação (professores concursados, auxiliares de classe, cuidadores, apoio, administrativo, etc.) questionaram o secretário sobre como é possível um projeto Cidade Educadora dar certo com todos esses problemas?
É extensa a lista de queixas dentro e fora das escolas. Déficit de profissionais (professor e coordenador pedagógico), falta de carteira para os alunos e mesa para o professor, falta de caderneta escolar, de material básico como de folha de ofício, tinta pra impressora e até mesmo papel higiênico nas creches, além de desrespeito aos profissionais dentro da escola e na SEMED que denunciam assédio moral de gestores escolares e funcionários da secretaria de educação.
“Estamos aqui reivindicando qualidade no ensino público e o sentimento que eu tenho é que estão sendo feitas ações mínimas para as escolas. A gente não vê interesse da prefeita e nem do secretário de educação com o ensino, com o profissional, com as crianças, e olha que todos esses problemas são de conhecimento da gestão. É um clima adoecedor dentro das escolas,” disse uma professora indignada. Os profissionais confessaram que estão frustrados com a equipe da secretaria de educaçãodesta gestão, que foi aguardada com bastante expectativa, e era tida como a ‘equipe da mudança’ que a pasta tanto necessitava.


Emocionada, uma professora se queixou da falta de acesso ao secretário de educação quando tem buscar auxílio na SEMED e disse que, segundo sua secretária da casa, ‘Pulo Gabriel é muito ocupado’ e não pode atender. Ela também denunciou perseguição política dentro da escola aonde trabalha.
O desrespeito não para por aí. Salário atrasado, quebra de acordo de mesa (feito pela prefeita Moema Gramacho com os profissionais cuidadores), de pagamento de vale transporte e ticket alimentação,infraestrutura comprometida (inclusive com risco de acidente grave), desrespeito ao profissional dentro da SEMED, foram algumas das muitas queixas ouvidas. 
Em resposta, o secretário Paulo Gabriel disse estar decepcionado em ter que reconhecer que todas as queixas têm fundamento e disse que vai levar as questões para a prefeita. O Coordenador Geral do ASPROLF, Valdir Silva, lembrou que o Executivo já foi oficializado quanto a essas reivindicações inúmeras vezes, e que em algumas situações, o governo não respondeu na totalidade como deveria fazer. Silva solicitou ao secretário, uma reunião urgente com a prefeita, para que ela sente com trabalhadores para dar resposta concreta às inúmeras demandas da educação. Ele destacou ainda que Moema precisa tomar uma posição sobre o que de fato ela quer pra educação do município e que passeo recurso da educação para a educação, para que essas necessidades dentro das escolas sejam supridas," reivindicou. Na saída da secretaria a categoria deliberou que caso o Executivo não atenda às demandas dos trabalhadores, será convocada uma assembleia emergencial com indicativo de movimento paredista.

Assembleia Geral Extraordinária

Mais cedo (às 9h, na AFPEB), cerca de 600 trabalhadores estiveram reunidos em assembleia geral extraordinária, onde debateram sobre os processos administrativos, calendário escolar, problemas nas escolas, a situação dos profissionais em regime REDA, cuidadores, agentes administrativos, auxiliares de classe, apoio, etc. (todos esses assuntos levados à secretaria de educação).



No encontro, a categoria deliberou, além dessa ocupação à SEMED, a participação do ato público amanhã (20), às 15h no Campo Grande em Salvador, e a participação em massa da classe trabalhadora no desfile cívico de Emancipação da cidade no sábado (29/07).

terça-feira, 18 de julho de 2017

A sanha do governo e do Congresso sobre os direitos e os cofres públicos não tem limites



A sanha do governo e do Congresso sobre os direitos e os cofres públicos não tem limites. No último dia 13, enquanto Temer sancionava a Reforma Trabalhista, uma Comissão Mista da Câmara dos Deputados aprovou o relatório sobre a MP 783 (Medida Provisória), que cria o Programa Especial de Regularização Tributária, conhecido como Refis. Na prática, um pacote de bondades para empresários sonegadores.
A MP é um verdadeiro escândalo. Prevê desconto de juros e multas para empresas devedoras de impostos atrasados e parcelamento “a perder de vista” de dívidas resultantes de multas por sonegação.

A MP é um verdadeiro escândalo. Prevê desconto de juros e multas para empresas devedoras de impostos atrasados e parcelamento “a perder de vista” de dívidas resultantes de multas por sonegação.

O relator da MP é o deputado Newton Cardoso Júnior (PMDB). O deputado, ele mesmo um devedor da União no valor de R$ 62 milhões, aumentou o desconto nos juros e multa para até 99%, permitiu o parcelamento de dívidas fruto de multas por sonegação e de impostos retidos na fonte, aumentou em 10 vezes o valor limite para abater créditos fiscais e receber descontos nos encargos, e reduziu a entrada nesses casos de 7,5% para 2,5% da dívida consolidada.

Ao todo, foram mais de 20 alterações na proposta, que será analisada pelos plenários da Câmara e do Senado, antes de ir à sanção presidencial.

A União abrirá mão de R$ 250 bilhões em dívidas tributárias caso a medida provisória seja aprovada.
Inicialmente a MP estabelecia, após pagamento à vista de 20% da dívida, redução dos juros em 90% e 50% nas multas, se o restante fosse quitado em janeiro, ou de 80% e 40% se parcelado em 145 vezes. Para dívidas inferiores a R$ 15 milhões, o valor da entrada seria reduzido para 7,5% e a empresa poderia, cumulativamente, abater créditos fiscais.

Agora, Cardoso Júnior propôs redução de 99% nas multas e juros para pagamento à vista e 90% em ambos os encargos para parcelar em 145 vezes. Ele ampliou o valor de corte, para dívidas de até R$ 150 milhões, e reduziu o valor da entrada nesses casos a 2,5%.

A MP 783 proibia que fossem pagas ou parceladas as dívidas decorrentes de multas, quando ficar caracterizado que houve sonegação, fraude ou conluio. O relator, contudo, excluiu a vedação, dizendo que não fez parte do acordo com o governo para edição da MP e que “há inúmeros casos de desqualificação judicial” das multas aplicadas pela Receita Federal.

Além disso, há 11 artigos sem relação com o conteúdo inicial da medida provisória, chamados “jabutis”. São mudanças no voto do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), nas regras de exportação de cigarros e nas concessões de serviços de radiodifusão, utilização de créditos para produtores de etanol, parcelamento de dívidas para clubes de futebol, instituições de ensino superior, igrejas, entre outros.

A alteração das regras do Carf , por exemplo, determina que cada conselheiro deste tribunal, que analisa os recursos das multas aplicadas pela Receita, tenha um vice indicado pelos contribuintes e, em caso de empate no julgamento, a decisão será em favor do devedor.

O Carf é o órgão que também está envolvido nas recentes denúncias de corrupção no país, em que empresas pagavam propina para não pagar dívidas tributárias.

Um escárnio contra os trabalhadores e o povo
A preparação para aprovação dessa MP é um verdadeiro escárnio contra os trabalhadores e o povo pobre, principalmente no momento em que este governo e Congresso de corruptos, estão atacando brutalmente as condições de vida dos trabalhadores, sob a falsa justificativa de que o país precisa cortar gastos sociais. O fato é que esta MP faz parte do pagamento do governo pelos votos a favor da Reforma Trabalhista e para comprar o voto dos deputados para barrar a denúncia contra Temer na Câmara .

“Quando no país existem cerca de 20 milhões de desempregados, pesquisas indicam 61 milhões de brasileiros inadimplentes no país e os direitos estão sendo destruídos, governo e Congresso preparam esse presentão aos empresários”,  avalia a dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Rita de Souza.

“Quem deveria estar tendo isenção de dívidas e impostos são os trabalhadores. Mas este Congresso de picaretas é formado por uma maioria de empresários e corruptos que só age em benefício próprio e a serviço das empresas que financiaram suas campanhas. Um absurdo. Por isso, a CSP-Conlutas sempre alertou que não é possível ter nenhuma confiança nessa corja e é nas ruas e nas lutas que os trabalhadores podem barrar os ataques e por pra fora Temer e todos os corrutos”, disse Rita.


Com informações O Valor e Estadão

ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINARIA



ASPROLF - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas convoca trabalhadores em educação para assembleia geral extraordinária, nesta quarta-feira (19), às 09h, na Associação dos Funcionários Públicos do Estado da Bahia, para tratar da seguinte ordem do dia:

1. Informes;
2. Processos Administrativos;
3. Calendário Escolar;
4. Problemas nas Escolas;
5. Profissionais em regime REDA, cuidadores, agentes      administrativos, auxiliares de classe, apoio etc.;
6. O que ocorrer.


ASPROLF - Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Lauro de Freitas.